domingo, 26 de abril de 2015

11 – Nono dia… Rumo ao Atacama, passando por Copiapó…


Quem quiser acompanhar nossa localização em tempo real, link do SPOT:

http://share.findmespot.com/shared/faces/viewspots.jsp?glId=09A7L3xqGgzQy8215rUIWRqiviAGKhrXS

Mais um pouquinho do rípio....




Saímos de nosso Hotel em Los Andes que leva o nome da cidade rumo a Copiapó, cidade que recentemente sofreu uma imensa catástrofe frente a fúria das águas e que deixou dezenas de mortos dentre mais de 20.000 desabrigados, hoje tínhamos que rodar quase 800 km sob frio e neblina em grande parte do percurso.


Creio que nosso amigo Benetti já esta acertando os ponteiros com relação ao horário de partida, estava esperto, mesmo sendo o ultimo a estar pronto para partir não ultrapassou o horário limite... pena hoje não teve free coffee… mas esta se esforçando em carimbar por aqui... se atrasar agora, além do café e vinho, vai acumular a tarefa de 20 adesivos no dia...hehehe... nisso ele tá bom!!!



Por mais de 100 km pilotamos sob forte neblina com boa visibilidade sendo que o frio incomodou muito, somente fomos ter um pouco de sol nos últimos 300 km até Copiapó.


Paramos somente para abastecimento mas cada vez que isso ocorria tomávamos um chocolate quente e uma rápida boquinha… e o Véio ia fazer xixi em todos os postos que parávamos, conheceu todos os banheiros…





Em uma de nossas paradas, encontramos um solitário aventureiro do Carpe Dien, o Lopez que esta seguindo rumo ao Alasca com sua Triumph Explorer, partiu de São Paulo há mais de 30 dias rumo a Ushuaia com dois outros companheiros e depois de alguns dias se separaram e ele seguindo só. Desejamos a ele sucesso nesta aventura…


Passamos por diversos guardas na estrada e não por sorte não fomos parados, embora todas as vezes estivéssemos um pouco acima do limite de velocidade. O limite varia entre 100 e 120 km mas é impossível permanecer nestes patamares nas condições excelentes das estradas por aqui, estou mencionando basicamente a Ruta 5… 



Mesmo assim, muitas obras de melhoria em sua maioria a duplicação dos trechos de pista simples, motocicleta aqui paga pedágio e não é barato, hoje cada um desembolsou aproximadamente R$ 40,00, equivalente a 6.650 pesos...


No penúltimo posto que paramos para abastecer, uma cigana resolveu abordar o Neto e conseguiu ler sua mão, não sabemos ao certo oque ela disse a ele e nem ele nos falou… até o final do blog arranco dele maiores detalhes… ainda mais com quem…



Chegamos a Copiapó e logo na entrada da cidade pode-se notar o estrago que a água fez por aqui. A cidade esta localizada no meio de montanhas da cordilheira e portanto toda água da chuva desceu com força e sem capacidade de escoamento. 


As ruas ainda estão com muita poeira e lama ressecada, as casas apresentam sinais do nível que a água chegou, varias pessoas usam mascaras dado o alto índice de pó, invariavelmente pessoas limpam incessantemente calçadas e fachadas de casas…





Evitamos sair a rua e resolvemos jantar no hotel que estamos, por sinal um contraste de luxo face á situação de calamidade por aqui.

Como de costume tivemos nosso jantar regado a vinho e muita alegria…




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